Para o meu primo Tiago... que voou bem alto.
Tal como eu, também tu és pássaro... mas com uma diferença: ambos nascemos andorinhas mas tu tornáste-te águia. Sempre tiveste um espírito mais irreverente, menos acomodado, mais descontraído, mais... mais livre! Viveste tudo à tua maneira, como te dava prazer. Com uma intensidade tão forte como a tua capacidade de, inconscientemente, fazer com que os outros se prendessem a ti. E para onde quer que fosses todos te acompanhavam, como que dominados por um qualquer truque de magia... Mas a magia és tu!
Mesmo agora que estás nesse ninho distante (para onde foste depois de um dos teus voos irreverentes, de descoberta, de aventura), todos continuam ligados a ti da mesma forma.
E eu... eu de vez em quando roubo um pouco da tua coragem e agilidade de águia e vôo até ti para rever esse sorriso puro e brilhante...
Até à próxima viagem!
Guarda, para mim, um ninho junto do teu, mas mais pequenino... porque eu não consigo ser águia...
Mesmo agora que estás nesse ninho distante (para onde foste depois de um dos teus voos irreverentes, de descoberta, de aventura), todos continuam ligados a ti da mesma forma.
E eu... eu de vez em quando roubo um pouco da tua coragem e agilidade de águia e vôo até ti para rever esse sorriso puro e brilhante...
Até à próxima viagem!
Guarda, para mim, um ninho junto do teu, mas mais pequenino... porque eu não consigo ser águia...

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